(In)Dependência

Generosidade vem de gene. O gene humano, quando transferido intencionalmente para outro, necessariamente com boa intenção, transforma-se em ação denominada: generosidade. Quando alguém tem muito conhecimento e começa a comunicar esse conhecimento de graça, dizem que é generoso. Quando tem muito e doa, é generoso.
Aqui tem muita experiência, e consciência, com textos positivos e informativos, com dicas e orientações para refletir, viver melhor, com mais qualidade e, inclusive, com informações para recuperação de dependentes químicos, tudo que tem a ver com o assunto aparece aqui.
No intuito de ajudar,uma generosa ajuda...

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Autobiografia em cinco pequenos capítulos

                                                              
                     1                             
Caminho pela rua.
Há um profundo buraco na calçada.
Eu caio.Estou perdido.Desesperançado.
Não é minha culpa.
Levará uma eternidade até encontrar a saída.
                       2                                           
Caminho pela mesma rua.
Há um profundo buraco na calçada.
Eu finjo não vê-lo.Caio novamente.
Mal posso crer que cheguei no mesmo ponto.
Mas não é minha culpa.
Levará outra eternidade até encontrar a saída.
                        3                                         
Caminho pela mesma rua.
Há um profundo buraco na calçada.
Eu o vejo.Ainda caio...é um hábito...mas,
meus olhos estão abertos.Sei onde estou.
A culpa é minha.
Eu saio imediatamente.
                          4                                      
Caminho pela mesma rua.
Há um profundo buraco na calçada.
Eu desvio.
                          5                                       
Escolho outra rua.
              
                                      
- Portia Nelson     

Primeiro resumo acadêmico...


Perini. M. A. O adjetivo e o ornitorrinco. In.__ Sofrendo a Gramática: Ensaios sobre a linguagem. 3° ed. São Paulo: Ática, 1997.

     Utilizando como tema o dilema das classificações das palavras e citando o ornitorrinco como exemplo de dúvida na zoologia, entre ser mamífero ou réptil, o autor compara esse animal com a linguística e seus substantivos e adjetivos. Diz que é como se a classificação entre a classe dos adjetivos e a dos substantivos simplesmente não existisse e que, na realidade, reconhecemos uma palavra como pertencente à determinada classe, e aí atribuímos à essa classe as propriedades relevantes. Sendo assim, seria o falante quem aprende a reconhecer um verbo (bem definido, comparado com as outras classes gramaticais) e variando esses verbos em pessoa e em tempo, fazendo parte do nosso conhecimento implícito. Conclui citando que, entre substantivos e adjetivos, não se conseguiu, até hoje, uma definição que pareça, com clareza, cada classe e que são essas, uma única grande classe, dentro da qual cada uma se distingue em muitos tipos de comportamento gramatical. 

Palavras - chave: gramática, linguagem, dilema, classificação.

A paidéia

Resumo...

     As civilizações desenvolveram-se no norte da África e na Ásia, somente depois na Europa, com a Grécia e Roma. Caracteriza-se cinco períodos históricos na Grécia antiga: micênico, homérico arcaico, clássico e helenistico. A civilização micênica era formada principalmente por aristocracia militar com a cidade de micenas como destaque. Nos tempos homéricos destacavam-se os cantores que recitavam em praça pública. Como Homero e a Odisséia. No período arcaico a escrita deixou de ser sagrada, surgiu a moeda e as cidades-estado (pólei). "A filosofia é filha da cidade.". Já no Período clássico destacou-se as artes, a literatura e a filosofia. Nos séculos do período helenístico houve a decadência política com a invasão dos romanos e a fusão da tradição grega com a oriental.
     A educação começa com a formação integral e o surgimento das póleis, aparecendo as primeiras escolas. O chamado "ócio digno" significava ter tempo livre, privilégio daqueles que não precisavam cuidar da própria subsistência. Escola vem do grego "scholê" significando inicialmente "o lugar do ócio". A inversão total do pólo na educação (transformação física para espiritual) ocorreu por influência dos filósofos. A paidéia, que significa algo como civilização, cultura, tradição, literatura, educação, tudo de uma vez, abrangia a formação integral do ser humano. Poemas eram recitados de cor em praça pública e seu conteúdo oferecia os temas básicos de toda educação escolar. "Homero o educador da Grécia". A educação espartana constituía-se de formação militar e cuidados com corpo, já a educação ateniense formou a concepção do Estado onde surgiu a figura do cidadão e os pedagogos ("paidagogos" aquele que conduz a criança), também tinham a educação musical extremamente valorizada e aumentaram a exigência de uma melhor formação intelectual, escreviam em tabuinhas enceradas e os cálculos eram feitos com o auxílio dos dedos e do ábaco. Em Atenas surgiram os primeiros ginásios (do grego "gimnus ", nú) e os sofistas, "professores de sabedoria", iniciaram uma espécie de educação superior, também tornaram a medicina parte integrante da cultura geral. Se a saúde fazia parte do ideal grego de educação é preciso entender que ginastas e médicos concebiam a cultura física na sua dimensão espiritual.
     No período helenistico, paidéia torna-se "enciclopédia" que significa educação geral e é caracterizada pelas chamadas "sete artes liberais": gramática, retórica, dialética, aritmética, música, geometria e astronomia, acrescentando-se, depois, a filosofia e a teologia. Formou-se a Universidade de Atenas. No âmbito da pedagogia surgiram questões como: "O que é melhor ensinar?"  "Como é melhor ensinar?" e "Para que ensinar?", com Sócrates e os períodos da filosofia grega pré-socrático, socrático e pós-socrático, quando surgiu o método socrático onde pergunta-se, finge-se não saber para descobrir a própria ignorância e chegar na parte construtiva de conceber novas ideias. "Só sei que nada sei." "Conhece-te a ti mesmo." O saber é o diálogo. Nenhum conhecimento pode simplesmente ser dado, deve-se passar como condição para desenvolver a capacidade de pensar e chegar ao conhecimento de si mesmo. Os sofistas criaram a educação intelectual que se tornou independente da educação física e da musical, valorizaram a figura do professor e profissionalizaram a função. Platão, discípulo de Sócrates, disse que as ideias são mais reais que as próprias coisas, que o governo deve ser confiado aos mais sábios, que aprender é lembrar, que educar não é levar o conhecimento de fora para dentro, mas despertar no indivíduo o que ele já sabe. Já para Isócrates seria melhor contentar-se com a opinião razoável e, disseram, que ele "ensinou a Grécia a falar.". Depois, Aristóteles veio com uma teoria realista, que diz que as coisas podem ser compreendidas a partir das coisas mesmas e que o ser humano se distingue do animal pela capacidade de pensar e deve fazer exercício dessa atividade, entrando no campo da ética tendo em vista o bem para alcançar a felicidade, consistindo na plenitude da realização humana.
     Já no pós-socrático o estoicismo diz que o ser humano deve fugir do prazer ao buscar a felicidade e o epicurismo que a felicidade é a busca do prazer. Dos tempos heróicos até o helenismo, a educação passou por ênfase em habilidade militar, por predominância física e esportiva, até a prioridade em literatura e retórica, da pedagogia da essência até a pedagogia da existência.

#educação #pedagogia #história #filosofia

(História da Educação e da Pedagogia - Geral e Brasil, Cap. 3, Antiguidade grega: a paidéia)

Fala e escrita

     A fala e a escrita são fundamentais e complementares, uma não compete com a outra. A escrita não é uma representação da fala, são distintas entre si, uma não significa a mesma coisa que a outra. A linguagem é composta por 90% de fala e 10% de escrita, fisicamente, a fala aproxima mais, mesmo sendo em oratória ou discurso, já a escrita resulta num certo afastamento. Dificilmente identifica-se a pessoa só pelo que ela escreve, agora apenas ouvindo, mesmo sem contato visual, deduz-se o sexo, a idade aproximada, a escolaridade, até a regionalidade dessa pessoa.
     A fala é multimodal, fala-se com o corpo todo, através de gestos, expressões faciais, etc. Pode-se, até, falar algo e expressar outra coisa, (muitas vezes o contrário do que se está dizendo!). A escrita dispõe de peculiaridades para expressar melhor, como vírgulas, reticências, exclamações, parágrafos, e afins, a ausência desse, ou a repetição, mostra particularidades de quem escreve...
     "Existe uma necessidade de repensar como ler na sociedade contemporânea.". Fora os tradicionais livros e jornais, hoje em dia há revistas, gibis, internet, entre outras formas de leitura. Pinturas religiosas, vitrais, esculturas, são verdadeiros livros didáticos. Há, também, placas de trânsito, pichações, comunicação visual, etc.
     A missão da escola é ensinar a escrever, a fazer uso da língua, como com a oralidade, com o discurso, e não falar a língua, o idioma nativo... A língua não é, apenas, um conjunto de regras gramaticais, é um conjunto de práticas sociais, discursivas. O foco deve ser o uso da linguagem para aumentar a produtividade.

O capitalismo exacerbado

     Desde que expandiu-se ao nível exorbitante que se encontra hoje, o capitalismo sempre dependeu de publicidade para obter maiores resultados, seja com os gritos na proa das caravelas de que o sal oferecido para troca pela mão de obra era melhor que os outros, seja com a propaganda direcionada ao perfil infantil nas redes sociais, valendo-se do uso do anime mais procurado pelo usuário no motor de busca, para venda de alimentos, muitas vezes prejudiciais, a publicidade comercial é o melhor caminho para vender mais e fazer girar a roda do capital.
     Nada deveria impedir o uso de criações, já voltadas para o comércio, com o objetivo de vender mais , mesmo que isso seja voltado para crianças (sem muita capacidade opinativa e facilmente manipulável). Isso mostra, apenas, que o capitalismo está fazendo uso de si mesmo, naturalmente. Pais defenderão resoluções, como a aprovada recentemente, a favor de um maior controle para esse tipo de publicidade, pois não querem seus filhos pedindo coisas que os impeçam de comprar, todo ano, um veículo novo. ONGs lutarão argumentando excesso de manipulação.
     A grande verdade é que o capitalismo é o que é, e vai continuar sendo, mesmo com essas medidas resolutivas surgindo, mais para equilibrar do que para resolver.

Não somos macacos

     Afiando o machado

     No Alasca, um esporte tradicional é cortar árvores. Há lenhadores famosos, com domínio, habilidade e energia no uso do machado. Querendo tornar-se também um grande lenhador, um jovem escutou falar do melhor de todos os lenhadores do país. Resolveu procurá-lo.
     - Quero ser seu discípulo. Quero aprender a cortar árvore como o senhor.
     O jovem empenhou-se no aprendizado das lições do mestre, e depois de algum tempo achou-se melhor que ele. Mais forte, mais ágil, mais jovem, venceria facilmente o velho lenhador. Desafiou o mestre para uma competição de oito horas, para ver qual dos dois cortaria mais árvores.
     O desafio foi aceito, e o jovem lenhador começou a cortar árvores com entusiasmo e vigor. Entre uma árvore e outra, olhava para o mestre, mas na maior parte das vezes o via sentado. O jovem voltava às suas árvores, certo da vitória, sentindo piedade pelo velho mestre.
     Quando terminou o dia, para grande surpresa do jovem, o velho mestre havia cortado muito mais árvores do que o seu desafiante.
     - Mas como é que pode? – surpreendeu-se. Quase todas as vezes em que olhei, você estava descansando!
     - Não, meu filho, eu não estava descansando. Estava afiando o machado. Foi por isso que você perdeu.
     Aprendizado é um processo que não tem fim. Sempre temos algo a aprender. O tempo utilizado para afiar o machado é recompensado valiosamente. O reforço no aprendizado, que dura a vida toda, é como afiar sempre o machado. Continue afiando o seu.
   
     - Lair Ribeiro, do livro: Comunicação Global




 


 






     Os cinco macacos

     Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.
     Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.
     Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.
     Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.
     Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
     - Não sei... mas as coisas sempre foram assim por aqui!

     -
   
     "E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus."
     Romanos 12.2





     Sorte ou azar

     Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro. Justamente nesta dia passou em sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho. Exultante o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: "Seu filho é de sorte!" "Por quê?", perguntou o pai. "Ora", disse ele, "seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", comentou o pai.
     O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: "Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", repetiu o pai.
     O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue  cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: "Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", responde novamente o pai. Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: "Seu filho é de azar! o cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", insiste o pai.
     Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: "Seu filho é de sorte..."
     Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.
   
     - Lair Ribeiro, do livro: O Sucesso não Ocorre por Acaso




     Atitude no trabalho
 
     Um estagiário estava saindo do escritório quando ele viu o presidente da empresa com um documento na mão em frente a máquina de “picotar” papéis.
     - Por favor – diz o presidente – Isto e muito importante pra mim, e minha secretária já saiu. Você sabe como funciona esta máquina?”
     - Lógico – responde o estagiário!
Imediatamente tira o papel das mãos do presidente, liga a máquina, enfia o documento e aperta um botão.
     - Excelente meu rapaz! Muito obrigado… Eu preciso de 02 cópias. Onde sai?
   
     MORAL DA HISTÓRIA:
     Executar não é tudo, pense, pergunte, analise...

     -


Parábolas



     A história do lápis

     O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
     - Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
     A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
     - Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
     O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
     - Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
     - Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
     “Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade”.
     “Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas lhe farão ser uma pessoa melhor”.
     “Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça”.
     “Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você”.
     “Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação”.

     - Paulo Coelho



     A parábola das moscas

     Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite.
     A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, porém, não conseguiu escapar. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de se debater e afundou.
     Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz e, por isso, continuou a se debater e a lutar.
     Aos poucos com tanta agitação, o leite ao eu redor formou um pequeno nódulo de manteiga no qual ela subiu. Dali, conseguiu levantar vôo para longe.
     Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido, novamente caiu num copo, desta vez cheio de água. Como pensou que já conhecia a solução daquele problema, começou a se debater na esperança de que, no devido tempo, se salvasse.
     Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:
     - Tem um canudo alí, suba nele!
     A mosca tenaz respondeu:
     "Pode deixar que eu sei como resolver este problema".
     E continuou a se debater mais e mais até que, exausta, afundou na água.
SOLUÇÕES DO PASSADO, EM CONTEXTOS DIFERENTES, PODEM TRANSFORMAR-SE EM PROBLEMAS. SE A SITUAÇÃO SE MODIFICOU, DÊ UM JEITO DE MUDAR.
     Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de observar as mudanças em redor e ficamos lutando inutilmente até afundar em nossa própria falta de visão?
     Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar nossas experiências. Ficamos presos a velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir.
     É por isso que os japoneses dizem que na garupa do sucesso vem sempre o fracasso. Os dois estão tão próximos que a arrogância pelo sucesso pode levar à displicência que conduz ao fracasso.
    Os donos do futuro sabem reconhecer essas transformações e fazer as mudanças necessárias para acompanhar a nova situação.

     -



     O PASSARINHO E O VELHO CARVALHO

     Certa vez um canarinho pousou num velho carvalho e, lá do alto, perguntou para a árvore:
     - Porque você é assim, tão retorcido?
     - Você me acha feio? perguntou o carvalho.
     - Bem, não posso negar que já pousei em árvores mais bonitas... O que foi que houve com você?
     - Sou assim todo retorcido por causa das inúmeras tempestades e catástrofes que já enfrentei na vida. Cada uma delas deixou uma marca em mim.
     - Pobrezinho, lastimou o passarinho.
     - Não, passarinho, não fique com pena de mim. Foi bom eu ter passado as provações que passei, pois minhas raízes se aprofundaram e meu caule se fortaleceu. Hoje não é qualquer tempestade que me perturba.
     De repente, um tempestade violenta se formou e bateu com ímpeto naquela região. Árvores foram arrancadas, galhos se despedaçaram, mas o velho carvalho agüentou tudo com a solidez do ferro.
     Depois da tempestade, o passarinho, que havia se protegido no carvalho, agradeceu:
     - Obrigado meu amigo, pela acolhida e pela proteção. Realmente, suas raízes são profundas e o seu caule é firme. Sorte minha e de muitos outros pequeninos como eu, que não teriam condições de vencer sozinhos uma tempestade como essa!

     - Ronaldo Alves Franco

     "Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos."
     Salmo 119.71




     Solidariedade

     Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse: — "Pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje. Talvez os atletas fossem deficientes mentais... Mas, com certeza, não eram deficientes da sensibilidade... Por que?              Porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho. O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso...

     -





     Deus vai me salvar...

     "Tinha um homem num barco e, de repente, no mar, o barco afundou, o homem achou um bote salva vidas e ficou esperando falando: -EU SEI QUE DEUS VAI ME AJUDAR!!! Então passou um barquinho e disseram: -Vem cá, sobe aqui e vamos embora, ele disse: -Não precisa, Deus vai me salvar!! Depois de um tempo passa um barco e o chama para que não ficasse no mar pra morrer e ele disse que não precisava, que Deus o salvaria! E mais um tempo depois passa um iate e falam pra ele subir, se não vai morrer pois estava vindo uma tempestade, e o cara diz a mesma coisa (-Não precisa, Deus vai me salvar.) Então ele morre e quando chega diante de Deus ele fala: - Senhor porque não me salvou? Eu fiz algo de errado?? Então Ele responde: -Eu três vezes mandei pessoas para te ajudar e você não quis, só porque não me vê ou não me escuta não quer dizer que eu não esteja agindo."

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Um velho ateu
Um bêbado cantor, poeta
Na madrugada cantava essa canção-seresta
Se eu fosse deus
A vida bem que melhorava
Se eu fosse deus
Daria aos que não têm nada
E toda janela fechava
Pros versos que aquele poeta cantava
Talvez por medo das palavras
De um velho de mãos desarmadas

A ilha de lixo


     Em meio ao oceano Pacífico, uma enorme camada flutuante de plástico, com proporções continentais, ameaça a vida de diversas espécies marinhas e coloca em risco a saúde do planeta. A descrição pode parecer sinopse de filme de ficção científica – destes que preveem os fins mais trágicos e apocalípticos para a humanidade –, mas a ilha de lixo, ou 7º continente, como também é chamada, apesar de pouco conhecida, é uma realidade assustadora e absurda que tem causado danos ao meio ambiente.
     A mancha de lixo, situada a meio caminho entre as costas da Califórnia e o Havaí, se estende por cerca de 1.000 Km e é formada por aproximadamente 4 milhões de toneladas de todo tipo de objeto plástico. São garrafas, embalagens, redes de pesca, sacolas e milhares de fragmentos de materiais que um dia já estiveram em terra firme, formando uma camada que atinge até 10 metros de profundidade em alguns pontos. Descoberta em 1997, pelo oceanógrafo americano Charles Moore, a ilha de lixo do Pacífico tem sido alvo de inúmeros estudos que visam analisar o impacto da poluição sobre a vida marinha.
O amontoado de lixo que se estende pelas águas do Pacífico é resultado do acúmulo de materiais despejados nas praias ou pelas embarcações em alto mar. Estima-se que das 100 milhões de toneladas de plástico produzidas em um ano, 10% acaba no mar. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, existe, em média, cerca de 18 mil pedaços de plástico visíveis flutuando em cada quilômetro quadrado de mar. Arrastado pelas correntes marítimas, esse montante se acumula para formar o amontoado assustador, digno de superprodução apocalíptica hollywoodiana
     A ilha de lixo tem causado danos à vida marítima. Os resíduos flutuantes se prendem aos animais dificultando a locomoção e, muitas vezes, são confundidos com alimento pelos peixes e aves, provocando danos no sistema digestivo. Além disso, o material descartado também tem retornado à costa de algumas ilhas, comprometendo os cenários litorâneos e a vida de outras espécies. É o caso das Ilhas Midway, situadas entre o Havaí e Tóquio, que têm sofrido com a invasão do lixo, problema que foi retratado no documentário “Midway”, criado pelo fotógrafo americano Chris Jordan. 
Apesar de ameaçador, o problema não tem recebido grande atenção das autoridades. O principal motivo é que a placa flutuante de lixo se encontra em águas de pouca utilização, tanto para navegação comercial quanto para o turismo. Por enquanto, a situação tem preocupado apenas ecologistas e cientistas.

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Sobre o tempo...

Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã acorde com um saldo de 86.400 reais. Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faria?

Você iria gastar cada centavo, é claro!

Todos nós somos clientes desse banco de que estamos falando. Esse banco se chama tempo.

Todas as manhãs é creditado, para cada um, 86.400 segundos.

Todas as noites o saldo é debitado, como perda. Não é permitido acumular saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs sua conta é reiniciada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam.

Não há volta. Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário. Invista, então, no que for melhor para a saúde, a felicidade e o sucesso! O relógio está correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.

- Para você perceber o valor de um ano, pergunte a um estudante que repetiu na escola.

- Para que você perceba o valor de um mês, pergunte a uma mãe que teve seu bebê prematuro.

- Para você perceber o valor de uma semana, pergunte a um editor de um jornal semanal.

- Para você perceber o valor de uma hora, pergunte aos amantes que esperam para encontrar-se.

- Para você perceber o valor de um minuto, pergunte a uma pessoa que perdeu o trem.

- Para você perceber o valor de um segundo, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.

Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividi-lo com alguém, gastá-lo com alguém.

O passado é história, o futuro é um mistério, o agora é uma dádiva e por isso é chamado de mistério...

Lembre-se: o tempo não espera por ninguém...


Bebendo vinho como se fosse água (ou, porque existem tantos alcoólatras no mundo)

     Antigamente era difícil encontrar fontes com água realmente pura para consumo da população. O povo, em suas colônias, vilarejos, cidades, abria poços no chão, geralmente na região central, onde, consequentemente, construía-se uma praça ou algum monumento importante. Todas as pessoas, famílias, casas, eram abastecidas com água daquele local específico. Algumas tinham poços próprios, outras buscavam direto em fontes mais abundantes, até porque as civilizações desenvolviam-se, por pura necessidade, próximas de rios, (70% do organismo humano é composto de líquido não sobrevivendo mais que três dias sem água, e Mesopotâmia, a primeira "cidade" historicamente conhecida tem, em seu nome, o significado de "entre rios"). Enfim, a água potável era (e ainda é) tão importante quanto o alimento, e, talvez, até mais difícil de distribuir a toda a população aglomerada numa cidade.
     A importância da hidratação era tamanha que se desenvolveu, e muito, o cultivo de plantações que pudessem ser transformadas em líquido para "matar a sede" do povo. As principais plantações, nesse sentido, foram os parreirais de uva, que, esmagadas, viravam o famigerado vinho. Infelizmente, assim como a cerveja fabricada nos campos, o vinho fermentava e adquiria um alto teor alcoólico, o que para a massa não era um problema tão infeliz assim, afinal além de hidratar, ele anestesiava, entorpecia e inconscientizava todos que dele faziam uso para saciar a sede. Era dois por um, o povo ganhava e a produção aumentava.
     O grande problema era que antigamente não existia saneamento, nem mesmo o básico. O esgoto, nas cidades, era aberto. O banheiro era uma "casinha" com um buraco no chão, onde se acumulava tudo o que sobrava dos organismos das pessoas, das famílias, das casas. Fezes, urina, vômito, enchiam esses buracos que eram fechados com terra e encobertos após anos de uso, contaminando assim, todo o lençol freático, o subsolo das cidades. A água tornava-se mais perigosa do que o vinho.
     Quando os cidadãos procuravam o médico queixando-se de dores abdominais, vômitos, náuseas, o médico receitava o vinho no lugar da água, pois a água estaria contaminada, e o álcool ajudaria a matar os vermes, (é por isso que existe o costume de servir água e vinho nos restaurantes até hoje, com a "desculpa" de que a água tira o gosto de comida da boca para melhor degustação do vinho).
     Criou-se assim, uma cicatriz genética em toda a sociedade, onde alcoolizar-se é o mesmo que beber (o verbo tornou-se adjetivo). Saciar a sede com algo que não hidrata (pelo contrário, desidrata) é idolatrado e legal(izado). Passar mais da metade da vida amortecido, cozinhando, queimando de dentro pra fora por uma droga que faz o organismo criar resistência , causando dependência a ponto de gastar até o que não tem, é tão "normal" e social que gera uma receita absurda no sistema capitalista atual, patrocinando os grandes do esporte com suas arenas televisivas (iguais às lutas dos gladiadores nos coliseus da Grécia antiga), as grandes do carnaval (festa da carne) brasileiro, com seus camarotes e gente de pele (temporariamente) vermelha, sem stress, sem tensão, gente que se diz alcoólatra, que idolatra o álcool, e não alcoolista, que depende do álcool...
     O álcool é uma droga depressora/ opressora, que relaxa o tecido muscular deixando o tecido nervoso funcionando de acordo com o cérebro transformado pelo efeito dilatador que sobe do fígado, igual ao efeito bruxuleante do calor no asfalto quando o sol está escaldante, resultando, geralmente em violência, pois isso tudo incomoda o organismo sem ele ter consciência disso. Acaba cansando, sem ter força muscular, com apenas o sistema nervoso funcionando, entrando logo em seguida, em inconsciência e deitando (desmaiando), o que é pior, pois a gravidade se encarrega de uniformizar (espalhar) o efeito no organismo.    
     Lembrando que, quando perceberam isso tudo e tentaram proibir, gerando um dos primeiros casos de "pirataria" da história, todos tentaram enriquecer o próprio capital sem pagar impostos, obrigando o surgimento de uma histórica "lei seca" que quase culminou numa explosão “nuclear alcoólica”, pois o álcool é inflamável, e transportavam às escondidas e sem segurança. O caminho é a conscientização para o uso consciente. Chega de propaganda, marketing, manipulação através de mídia. O álcool é inflamável e pode gerar uma guerra!

     "A política sempre foi discutida por homens, e doses cavalares de álcool!"
      -Juscelino Kubitschek
    
     - Thiago Lucas

Nada demais


     Quando eu era uma criança, tudo era grande. O quintal da minha casa tinha tanto espaço, que eu escolhia áreas menores para brincar com meus bonecos de guerra. Assim, no outro dia eu podia escolher outro lugar do quintal, para a brincadeira não perder a graça.
     O caminho para a escola era tão longo, que eu nem perdia meu tempo tentando memorizá-lo. E quando minha mãe não podia ir comigo, eu me perdia e chegava atrasado na aula.
     Os dias duravam tanto que eu não precisava saber que dia era.
     A minha casa era grande, o meu pai era grande, o meu cachorro era grande. E de tanto achar que tudo era grande, decidí que queria ser grande também. Estudei bastante, comecei a trabalhar cedo, a namorar cedo. Queria ser grande a todo custo e para isso tinha que fazer o que os grandes faziam.
     Logo o quintal de casa ficou pequeno demais para colocar o meu carro. Os caminhos ficaram tão curtos, que eu podia ir para qualquer lugar e saber, sempre, aonde estava. A minha cama era pequena demais para dormir com minha namorada. Os dias ficaram curtos demais para conciliar tudo o que fazia.
     Hoje, quando penso em tudo isso, e começo a achar que minha casa é pequena demais, que a vida é curta demais, que tudo agora é pequeno demais, me dá uma vontade grande demais de brincar com meus bonecos num canto do quintal.
 
     - Thiago Lucas

Acaso?...





Sou o que quero ser, porque possuo apenas uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero. Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce, dificuldades para fazê-la forte, tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz. As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas, elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos. 


     -Clarice Lispector


"Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo necessário para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se o mundo nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.
Eu pedi força... E tive dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi sabedoria... E tive problemas para resolver.
Eu pedi prosperidade... E tive cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem... E tive perigo para superar.
Eu pedi amor... E tive pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores... E tive oportunidades para aproveitar.
Eu não recebi nada do que pedi... Mas eu recebi tudo de que precisava."










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Momentos... (-De um diário qualquer).



Senhor, obrigado por todas as bençãos que tens operado em minha vida, verdadeiros milagres comparando com o caminho que eu vinha antes, eu sou a maior prova que o Senhor nunca abandona seus filhos. Agradeço muito, do fundo do meu coração, queria dizer que sempre te amei, mesmo quando duvidei, e que o Senhor está me ensinando a viver, e eu estou aprendendo, devagar mas com disciplina e vontade. Tem horas que receio que tudo isso passe, mas com o Senhor sei que estarei, então estarei preparado e com muito lucro ainda, pois mesmo que passe por momentos difíceis, tudo isso que passo hoje servirá para fortificar minha vida em paralelo com Sua vontade. Jesus proteja minha vida e de todos, com mais força de meus amigos e familiares a partir de minha percepção...
Amém, Jesus Amém... 




Sabe quando passamos por uma situação em que sabemos que erramos e, quando notamos a consequência, bate o desespero e saímos acelerados tentando que ainda saia alguma coisa certa, inclusive descarregando em quem não tem nada a ver, mesmo sem notar, nem nós, nem os ofendidos, então oramos e pedimos por alguma providência (milagre), e sai outro erro que piora, daí começamos a duvidar??? Porém, insistimos, e acabamos gritando alto para que o vilão saia de perto de nós???... Daí as coisas começam a encaixar-se de uma maneira tão surpreendente (milagrosa) que até arrependemo-nos e repensamos tudo??? Instantâneamente começamos a perceber e emocionar-se de uma maneira tal que fica impossível conter as lágrimas, e choramos copiosamente, tentando disfarçar pra que ninguém perceba???
Pois somente ao lembrar disso já é suficiente para vir as lágrimas novamente...
Aconteceu comigo hoje, ou ontem, (madrugada agora!)...
^Seríamos cegos, perdidos na escuridão, se não tivéssemos os olhos luminosos, e iluminados pela comunicação.^ - Helena Kolody...
A comunicação me salvou, e a compreensão me impulsionou...
Deus, obrigado, do fundo do meu náuseado estômago (que é pra não ficar na santidão, termo próprio), obrigado mesmo, precisava desabafar isso...
Quem gostou, sei lá, entenda, pelo menos...
#Aindaemocionado


Senhor... Afasta mim tudo aquilo que me afasta de ti...
A fé em Deus nos faz crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível...








     -Thiago Lucas     (direto do meu facebook...^^)

Narcisista...





Narciso era um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago. Era tão fascinado por si mesmo que, certa manhã, quando procurava admirar-se mais de perto, caiu na água e terminou morrendo afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que passou a ser conhecida como narciso.
Então, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas.
-Por que você chora? – perguntaram as Oréiades.
-Choro por Narciso.
-Ah, não nos espanta que você chore por Narciso – continuaram elas. – Afinal de contas, apesar de todas nós sempre corrermos atrás dele pelo bosque, você era o único que tinha o oportunidade de contemplar de perto sua beleza.
-Mas Narciso era belo? – quis saber o lago.
-Quem mais do que você poderia saber disso? ­ responderam, agora surpresas,
as Oréiades.
-Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias.
O lago ficou algum um tempo quieto. Por fim, disse:
-Eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que Narciso era
belo.
-"Choro por Narciso porque, todas as vezes que ele se deitava sobre minhas
margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, minha própria beleza refletida".


-Oscar Wilde (A lenda é grega, mas o restante é dele) —












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Como a rede afeta sua vida?

     O advento do avanço da tecnologia e as facilidades proporcionadas por isso, provocou na sociedade uma nova "onda", uma necessidade de entrar no mesmo ritmo, uma "moda", e que também é uma grande ferramenta de comunicação tão importante quanto um meio de locomoção por outras fontes de energia que não a sua, o automóvel por exemplo, essa ferramenta é a comunicação pela rede world wide web, a internet, comunicação via dados, por algum motivo muito presumível, estar conectado é uma questão de sobrevivência nesse mundo moderno, absurdo, em que a secretária eletrônica fugiu com o criado mudo...
     Com esse advento surge novas dificuldades, por pessoas que já têm muitas, como a coragem de agir como X e fazer, ou ficar na solitariedade de existir sozinho e acontecendo em um lugar que até existe, mas não é real, e que não depende de suas ações e sim de seus pensamentos, então surge uma nova geração de pessoas que misturam suas vidas com a rede social virtual e as usam como ajuda para encurtar distâncias e existir em sincronia com a teia online, e há as que usam desse movimento para continuar a deixar de fazer o que precisa, agindo socialmente, e realmente substituindo o fazer pelo viver, ou melhor vivenciar, observar e vegetar.
     É muito importante que pessoas com dificuldades socias desenvolvam-nas nas ações reais e enfrentem sempre essas situações para potencializa-las e conseguirem mais automaticamente esses feitos tão importantes num mundo tão populoso...
     Por outro lado, há a vertente de pensamentos onde diz que, mentalmente, existe-se, vive-se, em maior grau de energia e vida, do que fisicamente, mas o ideal é verificar o seu grau de envolvimento e tempo investido com suas reais necessidades...
     Então, como a rede social afeta sua existência???
     Vamos tecer uma teia? Tc web?   ^^

     - thiagolucas

Como Jung já dizia : "O coletivo manda nele mesmo.".

     Na linha de revolta com o que é de culpa de muitos e que poucos não conseguem resolver, culpa do coletivo capitalista, como com relação às florestas da amazônia, que perderam 25% de suas castanheiras (espécie em extinção) em 3 meses, e não tem nem 10% do território que já teve; ou as embarcações baleeiras (principalmente japonesas), que só deixarão suas atividades de caça às baleias quando extiverem extintas as baleias; ou ainda, as indústrias de remédios que descobrem curas e as mantêm em segredo para vender mais tarde a lucros maximizados; e também as potências do tabaco que acrescentam anestésicos aos cigarros para suavizar o ato do consumo e fazer com que os fumantes fumem ainda mais, (preferêncialmente o nacional que financia, via imposto, o SUS, já que os fumantes sofrem de doenças respiratórias e resultam em 70% da procura pela saúde pública); o cúmulo do combustível mais barato em países vizinhos, sendo que o deles vem de ourtro continente, (sem falar nos problemas com drogas que não diminui o tráfico e nem o uso)...



 


Aqui o assunto é o mesmo, porém com foco no transporte público e mobilidade!




 E essa entra também, pois aqui é só observar e comparar a quantidade de escapamentos poluindo e o aproveitamento (de espaço, de custo, etc) que é o transporte coletivo, inclusive a injeção de capital pessoal dos cidadãos em cada um dos transportes, que é absurdamente superior nos carros que não deixam de ser fabricados e vendidos em quantidade inferior ao ano anterior, sempre mais, engarrafando e poluindo e injetando capital de giro em impostos abusivos dos combutíveis para o governo construir mais rodovias e atrair mais montadoras...

Desmatamento
Extinção
Indústrias de remédios
Indústrias de tabaco
Combustíveis
Drogas
Lixo
Capitalismo
Indústrias automobilísticas
...
      -Temos que chegar na raíz, dividir para minímizar, todos esses  problemas que é de responsabilidade do coletivo e da maioria. Penso que um bom caminho segue pela sustentábilidade, então temos que ser mais responsáveis e conscientes...

     -Thiago Lucas