(In)Dependência
Pessoas inteligentes são mais nervosas?
- Thiago Lucas
Homo Zappiens
Inteligência implica em maldade?
Agnosticismo para justificar a não propagação da símio-evolução (pensamento postado em 29/04/2014 na rede social de Zuckerberg)
Evolução!...
(Minha opinião quanto ao "racismo" falado atualmente e a discussão entre o homem ter ou não evoluído do macaco.)
Ah, esses evolucionistas, sempre se achando mais do que Narciso, e sempre colocando os criacionistas como narcisistas! Não dá pra tentar uma união não? Na tentativa de um maior entendimento, uma maior colaboração, podiam todos juntar-se e retirar os pontos de contradições, afinando as concordâncias. Qual símio tem ausência de pelos, qual apresenta tal incidência de albinismo? Usamos nosso mindinho pra fazer arte tão fina que nem depende do polegar oposto, falamos tantas afinações, com apenas duas cordas vocais, que nem dentro de uma mesma nação é possível haver um só idioma, e, unindo ambos os pólos das citações anteriores, escrevemos, e guardamos os escritos, para um maior processamento com capacitação de continuidade. Isso é o pensar, o raciocínio profundo, branco e translúcido, pra diferenciar do cosmos negro e ainda mais escuro, que é muito semelhante as sinapses mentais microscópicas. O espaço é escuro e infinito em seus gigantismos, com o tempo estático e dilatado, enquanto nossa mente é clara e elétrica químio-quântica, com o tempo todo por acontecer e capaz de mudar em dimensões existenciais, materiais, julgadoras, entre outras... Nenhum animal evolui mentalmente, a mente só é parte do corpo, organismo feito de células. Ao adquirir muitos e muitos conjuntos de aprendizados, conseguiu a intuição, a inteligência e desde sempre, a capacidade de perceber que é parte de algo maior, o espírito! E isso não tem nada a ver com macacos, somos feitos de pensamentos, uma consciência que tem esse corpo, que se parece muito com outro, como uma árvore e uma televisão, um maracujá e uma cerveja, um humano e um macaco, retrospectivamente... A evolução e a religião devem juntar-se para explicar pra quem precisa que ninguém tem a resposta... Juntando-se e ajudando-se... ^^
- Thiago Lucas
A comida ainda será transportada em carro forte. ..
#desabafo #antisistema #anticapitalismo
Autobiografia em cinco pequenos capítulos
1
Há um profundo buraco na calçada.
Eu caio.Estou perdido.Desesperançado.
Não é minha culpa.
Levará uma eternidade até encontrar a saída.
Há um profundo buraco na calçada.
Eu finjo não vê-lo.Caio novamente.
Mal posso crer que cheguei no mesmo ponto.
Mas não é minha culpa.
Levará outra eternidade até encontrar a saída.
Há um profundo buraco na calçada.
Eu o vejo.Ainda caio...é um hábito...mas,
meus olhos estão abertos.Sei onde estou.
A culpa é minha.
Eu saio imediatamente.
Há um profundo buraco na calçada.
Eu desvio.
- Portia Nelson
Primeiro resumo acadêmico...
Perini. M. A. O adjetivo e o ornitorrinco. In.__ Sofrendo a Gramática: Ensaios sobre a linguagem. 3° ed. São Paulo: Ática, 1997.
Utilizando como tema o dilema das classificações das palavras e citando o ornitorrinco como exemplo de dúvida na zoologia, entre ser mamífero ou réptil, o autor compara esse animal com a linguística e seus substantivos e adjetivos. Diz que é como se a classificação entre a classe dos adjetivos e a dos substantivos simplesmente não existisse e que, na realidade, reconhecemos uma palavra como pertencente à determinada classe, e aí atribuímos à essa classe as propriedades relevantes. Sendo assim, seria o falante quem aprende a reconhecer um verbo (bem definido, comparado com as outras classes gramaticais) e variando esses verbos em pessoa e em tempo, fazendo parte do nosso conhecimento implícito. Conclui citando que, entre substantivos e adjetivos, não se conseguiu, até hoje, uma definição que pareça, com clareza, cada classe e que são essas, uma única grande classe, dentro da qual cada uma se distingue em muitos tipos de comportamento gramatical.
Palavras - chave: gramática, linguagem, dilema, classificação.
A paidéia
Resumo...
As civilizações desenvolveram-se no norte da África e na Ásia, somente depois na Europa, com a Grécia e Roma. Caracteriza-se cinco períodos históricos na Grécia antiga: micênico, homérico arcaico, clássico e helenistico. A civilização micênica era formada principalmente por aristocracia militar com a cidade de micenas como destaque. Nos tempos homéricos destacavam-se os cantores que recitavam em praça pública. Como Homero e a Odisséia. No período arcaico a escrita deixou de ser sagrada, surgiu a moeda e as cidades-estado (pólei). "A filosofia é filha da cidade.". Já no Período clássico destacou-se as artes, a literatura e a filosofia. Nos séculos do período helenístico houve a decadência política com a invasão dos romanos e a fusão da tradição grega com a oriental.
A educação começa com a formação integral e o surgimento das póleis, aparecendo as primeiras escolas. O chamado "ócio digno" significava ter tempo livre, privilégio daqueles que não precisavam cuidar da própria subsistência. Escola vem do grego "scholê" significando inicialmente "o lugar do ócio". A inversão total do pólo na educação (transformação física para espiritual) ocorreu por influência dos filósofos. A paidéia, que significa algo como civilização, cultura, tradição, literatura, educação, tudo de uma vez, abrangia a formação integral do ser humano. Poemas eram recitados de cor em praça pública e seu conteúdo oferecia os temas básicos de toda educação escolar. "Homero o educador da Grécia". A educação espartana constituía-se de formação militar e cuidados com corpo, já a educação ateniense formou a concepção do Estado onde surgiu a figura do cidadão e os pedagogos ("paidagogos" aquele que conduz a criança), também tinham a educação musical extremamente valorizada e aumentaram a exigência de uma melhor formação intelectual, escreviam em tabuinhas enceradas e os cálculos eram feitos com o auxílio dos dedos e do ábaco. Em Atenas surgiram os primeiros ginásios (do grego "gimnus ", nú) e os sofistas, "professores de sabedoria", iniciaram uma espécie de educação superior, também tornaram a medicina parte integrante da cultura geral. Se a saúde fazia parte do ideal grego de educação é preciso entender que ginastas e médicos concebiam a cultura física na sua dimensão espiritual.
No período helenistico, paidéia torna-se "enciclopédia" que significa educação geral e é caracterizada pelas chamadas "sete artes liberais": gramática, retórica, dialética, aritmética, música, geometria e astronomia, acrescentando-se, depois, a filosofia e a teologia. Formou-se a Universidade de Atenas. No âmbito da pedagogia surgiram questões como: "O que é melhor ensinar?" "Como é melhor ensinar?" e "Para que ensinar?", com Sócrates e os períodos da filosofia grega pré-socrático, socrático e pós-socrático, quando surgiu o método socrático onde pergunta-se, finge-se não saber para descobrir a própria ignorância e chegar na parte construtiva de conceber novas ideias. "Só sei que nada sei." "Conhece-te a ti mesmo." O saber é o diálogo. Nenhum conhecimento pode simplesmente ser dado, deve-se passar como condição para desenvolver a capacidade de pensar e chegar ao conhecimento de si mesmo. Os sofistas criaram a educação intelectual que se tornou independente da educação física e da musical, valorizaram a figura do professor e profissionalizaram a função. Platão, discípulo de Sócrates, disse que as ideias são mais reais que as próprias coisas, que o governo deve ser confiado aos mais sábios, que aprender é lembrar, que educar não é levar o conhecimento de fora para dentro, mas despertar no indivíduo o que ele já sabe. Já para Isócrates seria melhor contentar-se com a opinião razoável e, disseram, que ele "ensinou a Grécia a falar.". Depois, Aristóteles veio com uma teoria realista, que diz que as coisas podem ser compreendidas a partir das coisas mesmas e que o ser humano se distingue do animal pela capacidade de pensar e deve fazer exercício dessa atividade, entrando no campo da ética tendo em vista o bem para alcançar a felicidade, consistindo na plenitude da realização humana.
Já no pós-socrático o estoicismo diz que o ser humano deve fugir do prazer ao buscar a felicidade e o epicurismo que a felicidade é a busca do prazer. Dos tempos heróicos até o helenismo, a educação passou por ênfase em habilidade militar, por predominância física e esportiva, até a prioridade em literatura e retórica, da pedagogia da essência até a pedagogia da existência.
#educação #pedagogia #história #filosofia
(História da Educação e da Pedagogia - Geral e Brasil, Cap. 3, Antiguidade grega: a paidéia)
Fala e escrita
A fala é multimodal, fala-se com o corpo todo, através de gestos, expressões faciais, etc. Pode-se, até, falar algo e expressar outra coisa, (muitas vezes o contrário do que se está dizendo!). A escrita dispõe de peculiaridades para expressar melhor, como vírgulas, reticências, exclamações, parágrafos, e afins, a ausência desse, ou a repetição, mostra particularidades de quem escreve...
"Existe uma necessidade de repensar como ler na sociedade contemporânea.". Fora os tradicionais livros e jornais, hoje em dia há revistas, gibis, internet, entre outras formas de leitura. Pinturas religiosas, vitrais, esculturas, são verdadeiros livros didáticos. Há, também, placas de trânsito, pichações, comunicação visual, etc.
A missão da escola é ensinar a escrever, a fazer uso da língua, como com a oralidade, com o discurso, e não falar a língua, o idioma nativo... A língua não é, apenas, um conjunto de regras gramaticais, é um conjunto de práticas sociais, discursivas. O foco deve ser o uso da linguagem para aumentar a produtividade.
O capitalismo exacerbado
Nada deveria impedir o uso de criações, já voltadas para o comércio, com o objetivo de vender mais , mesmo que isso seja voltado para crianças (sem muita capacidade opinativa e facilmente manipulável). Isso mostra, apenas, que o capitalismo está fazendo uso de si mesmo, naturalmente. Pais defenderão resoluções, como a aprovada recentemente, a favor de um maior controle para esse tipo de publicidade, pois não querem seus filhos pedindo coisas que os impeçam de comprar, todo ano, um veículo novo. ONGs lutarão argumentando excesso de manipulação.
A grande verdade é que o capitalismo é o que é, e vai continuar sendo, mesmo com essas medidas resolutivas surgindo, mais para equilibrar do que para resolver.
Não somos macacos
No Alasca, um esporte tradicional é cortar árvores. Há lenhadores famosos, com domínio, habilidade e energia no uso do machado. Querendo tornar-se também um grande lenhador, um jovem escutou falar do melhor de todos os lenhadores do país. Resolveu procurá-lo.
- Quero ser seu discípulo. Quero aprender a cortar árvore como o senhor.
O jovem empenhou-se no aprendizado das lições do mestre, e depois de algum tempo achou-se melhor que ele. Mais forte, mais ágil, mais jovem, venceria facilmente o velho lenhador. Desafiou o mestre para uma competição de oito horas, para ver qual dos dois cortaria mais árvores.
O desafio foi aceito, e o jovem lenhador começou a cortar árvores com entusiasmo e vigor. Entre uma árvore e outra, olhava para o mestre, mas na maior parte das vezes o via sentado. O jovem voltava às suas árvores, certo da vitória, sentindo piedade pelo velho mestre.
Quando terminou o dia, para grande surpresa do jovem, o velho mestre havia cortado muito mais árvores do que o seu desafiante.
- Mas como é que pode? – surpreendeu-se. Quase todas as vezes em que olhei, você estava descansando!
- Não, meu filho, eu não estava descansando. Estava afiando o machado. Foi por isso que você perdeu.
Aprendizado é um processo que não tem fim. Sempre temos algo a aprender. O tempo utilizado para afiar o machado é recompensado valiosamente. O reforço no aprendizado, que dura a vida toda, é como afiar sempre o machado. Continue afiando o seu.
- Lair Ribeiro, do livro: Comunicação Global


Os cinco macacos
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.
Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.
Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.
Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
- Não sei... mas as coisas sempre foram assim por aqui!
-
"E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus."
Romanos 12.2
Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro. Justamente nesta dia passou em sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho. Exultante o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: "Seu filho é de sorte!" "Por quê?", perguntou o pai. "Ora", disse ele, "seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", comentou o pai.
O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: "Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", repetiu o pai.
O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: "Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", responde novamente o pai. Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: "Seu filho é de azar! o cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", insiste o pai.
Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: "Seu filho é de sorte..."
Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.
- Lair Ribeiro, do livro: O Sucesso não Ocorre por Acaso
Atitude no trabalho
Um estagiário estava saindo do escritório quando ele viu o presidente da empresa com um documento na mão em frente a máquina de “picotar” papéis.
- Por favor – diz o presidente – Isto e muito importante pra mim, e minha secretária já saiu. Você sabe como funciona esta máquina?”
- Lógico – responde o estagiário!
Imediatamente tira o papel das mãos do presidente, liga a máquina, enfia o documento e aperta um botão.
- Excelente meu rapaz! Muito obrigado… Eu preciso de 02 cópias. Onde sai?
MORAL DA HISTÓRIA:
Executar não é tudo, pense, pergunte, analise...
Parábolas
Certa vez um canarinho pousou num velho carvalho e, lá do alto, perguntou para a árvore:
- Porque você é assim, tão retorcido?
- Você me acha feio? perguntou o carvalho.
- Bem, não posso negar que já pousei em árvores mais bonitas... O que foi que houve com você?
- Sou assim todo retorcido por causa das inúmeras tempestades e catástrofes que já enfrentei na vida. Cada uma delas deixou uma marca em mim.
- Pobrezinho, lastimou o passarinho.
- Não, passarinho, não fique com pena de mim. Foi bom eu ter passado as provações que passei, pois minhas raízes se aprofundaram e meu caule se fortaleceu. Hoje não é qualquer tempestade que me perturba.
De repente, um tempestade violenta se formou e bateu com ímpeto naquela região. Árvores foram arrancadas, galhos se despedaçaram, mas o velho carvalho agüentou tudo com a solidez do ferro.
Depois da tempestade, o passarinho, que havia se protegido no carvalho, agradeceu:
- Obrigado meu amigo, pela acolhida e pela proteção. Realmente, suas raízes são profundas e o seu caule é firme. Sorte minha e de muitos outros pequeninos como eu, que não teriam condições de vencer sozinhos uma tempestade como essa!
- Ronaldo Alves Franco
"Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos."
Salmo 119.71
Solidariedade
Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse: — "Pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje. Talvez os atletas fossem deficientes mentais... Mas, com certeza, não eram deficientes da sensibilidade... Por que? Porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho. O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso...
-
Deus vai me salvar...
"Tinha um homem num barco e, de repente, no mar, o barco afundou, o homem achou um bote salva vidas e ficou esperando falando: -EU SEI QUE DEUS VAI ME AJUDAR!!! Então passou um barquinho e disseram: -Vem cá, sobe aqui e vamos embora, ele disse: -Não precisa, Deus vai me salvar!! Depois de um tempo passa um barco e o chama para que não ficasse no mar pra morrer e ele disse que não precisava, que Deus o salvaria! E mais um tempo depois passa um iate e falam pra ele subir, se não vai morrer pois estava vindo uma tempestade, e o cara diz a mesma coisa (-Não precisa, Deus vai me salvar.) Então ele morre e quando chega diante de Deus ele fala: - Senhor porque não me salvou? Eu fiz algo de errado?? Então Ele responde: -Eu três vezes mandei pessoas para te ajudar e você não quis, só porque não me vê ou não me escuta não quer dizer que eu não esteja agindo."
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Um bêbado cantor, poeta
Na madrugada cantava essa canção-seresta
A vida bem que melhorava
Se eu fosse deus
Daria aos que não têm nada
Pros versos que aquele poeta cantava
Talvez por medo das palavras
De um velho de mãos desarmadas
A ilha de lixo
Em meio ao oceano Pacífico, uma enorme camada flutuante de plástico, com proporções continentais, ameaça a vida de diversas espécies marinhas e coloca em risco a saúde do planeta. A descrição pode parecer sinopse de filme de ficção científica – destes que preveem os fins mais trágicos e apocalípticos para a humanidade –, mas a ilha de lixo, ou 7º continente, como também é chamada, apesar de pouco conhecida, é uma realidade assustadora e absurda que tem causado danos ao meio ambiente.
A mancha de lixo, situada a meio caminho entre as costas da Califórnia e o Havaí, se estende por cerca de 1.000 Km e é formada por aproximadamente 4 milhões de toneladas de todo tipo de objeto plástico. São garrafas, embalagens, redes de pesca, sacolas e milhares de fragmentos de materiais que um dia já estiveram em terra firme, formando uma camada que atinge até 10 metros de profundidade em alguns pontos. Descoberta em 1997, pelo oceanógrafo americano Charles Moore, a ilha de lixo do Pacífico tem sido alvo de inúmeros estudos que visam analisar o impacto da poluição sobre a vida marinha.
A ilha de lixo tem causado danos à vida marítima. Os resíduos flutuantes se prendem aos animais dificultando a locomoção e, muitas vezes, são confundidos com alimento pelos peixes e aves, provocando danos no sistema digestivo. Além disso, o material descartado também tem retornado à costa de algumas ilhas, comprometendo os cenários litorâneos e a vida de outras espécies. É o caso das Ilhas Midway, situadas entre o Havaí e Tóquio, que têm sofrido com a invasão do lixo, problema que foi retratado no documentário “Midway”, criado pelo fotógrafo americano Chris Jordan.
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Sobre o tempo...
Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã acorde com um saldo de 86.400 reais. Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faria?
Você iria gastar cada centavo, é claro!
Todos nós somos clientes desse banco de que estamos falando. Esse banco se chama tempo.
Todas as manhãs é creditado, para cada um, 86.400 segundos.
Todas as noites o saldo é debitado, como perda. Não é permitido acumular saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs sua conta é reiniciada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam.
Não há volta. Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário. Invista, então, no que for melhor para a saúde, a felicidade e o sucesso! O relógio está correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.
- Para você perceber o valor de um ano, pergunte a um estudante que repetiu na escola.
- Para que você perceba o valor de um mês, pergunte a uma mãe que teve seu bebê prematuro.
- Para você perceber o valor de uma semana, pergunte a um editor de um jornal semanal.
- Para você perceber o valor de uma hora, pergunte aos amantes que esperam para encontrar-se.
- Para você perceber o valor de um minuto, pergunte a uma pessoa que perdeu o trem.
- Para você perceber o valor de um segundo, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.
Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividi-lo com alguém, gastá-lo com alguém.
O passado é história, o futuro é um mistério, o agora é uma dádiva e por isso é chamado de mistério...
Lembre-se: o tempo não espera por ninguém...






